quinta-feira, 25 de julho de 2019

Velejadora é agredida e roubada por "piratas" na Baía de Camamamu

Uma velejadora denunciou um ataque pirata que sofreu na baía de Camamu, nas próximidades das ilhas do Sapinho e Goió, na Península de Maraú, no litoral sul baiano. Nas redes sociais, nesta quarta-feira (24), a vítima Guta Favarato contou que foi abordada por dois homens armados com facas, enquanto estava sozinha. No relato, a velejadora contou que foi amarrada e agredida por um dos homens, que subiu a bordo em busca de dinheiro.
“Fui dominada, amordaçada, presa pelos pés em uma cadeira e as mãos nas costas. Eles perguntavam por dinheiro, só dinheiro, que estava em uma mochila, mas amordaçada, eu não tinha como responder e por isso apanhei. No rosto, nas pernas, nas costelas e estômago. Quando encontraram a bolsa, levaram o dinheiro que tínhamos a bordo e mais nada”, afirmou.
Guta segue a denúncia afirmando que conseguiu pedir ajuda pelo rádio após os homens saírem do local. Eles estavam em uma canoa. “Minha pressão caiu e desmaiei. Quando acordei, meus pés estavam roxos pelo aperto da fita na cadeira. Tive que me machucar mais ainda para conseguir pedir ajuda pelo rádio VHF. Estou toda dolorida e com machucados bem feios que não vale a pena compartilhar”, relatou. Ela e o marido Fausto Pignaton foram o primeiro casal capixaba a dar a volta ao mundo em um veleiro. Eles iniciaram a sua volta ao mundo em 2012. Depois de três anos e oito meses velejando, conheceram mais de 30 países. (Giro em Ipiau 1)

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